5 dicas para conquistar clientes fiéis

Saiba como um olhar atento às demandas do público pode ajudá-lo a atrair, reter e fidelizar parceiros comerciais

Que empreendedor não sonha em gastar o mínimo possível com esforços de marketing e vendas e, mesmo assim, ver sua carteira de clientes crescerem mês a mês? Para Marcelo Nakagawa, professor de Empreendedorismo do Insper, isso é possível, desde que os produtos e os serviços da empresa tornem-se desejados pelo mercado.

Muitas vezes, o segredo para isso está apenas na abordagem ao cliente. Com um olhar atento para as interações humanas e o relacionamento comercial, o empreendedor tende a compreender melhor a expectativa do público para surpreendê-lo a cada novo encontro.
Afinal, de acordo com Nakagawa, a meta da companhia não deve ser só vender, mas ser comprada e almejada por clientes que a procuram, vez após outra, para viver a experiência que só ela é capaz de proporcionar. “Melhor ainda é quando eles passam a viralizar essa informação”, diz.

A seguir, confira as dicas do professor para transformar clientes em parceiros tão satisfeitos a ponto de divulgar espontaneamente a sua marca.

1. Consiga boas indicações

Use as redes sociais, como o LinkedIn, para ativar sua malha de conexões interpessoais. “Uma vez identificados o cliente-alvo e um conhecido em comum que faça a ponte entre vocês, aumentam as chances de empatia”, afirma Nakagawa.

2. Conquiste clientes que sirvam de cartão de visitas

Especialmente para quem está começando um empreendimento, é essencial conseguir dois ou três clientes que sejam referências no mercado. “Mesmo que essas vendas não tragam tanto lucro, feche o contrato porque outros negócios virão em função da confiança na sua carteira de clientes”, diz o professor.

3. Crie uma estratégia de vendas persuasiva

Ao se reunir com o cliente, mostre que você estudou o contexto em que ele atua. Aponte os desafios do cenário – mas sem usar a palavra “problema”, ressalta Nakagawa. Demonstre a solução que está à venda, sendo sempre realista e verdadeiro com o futuro cliente. Explique como a solução funciona, os benefícios e as vantagens competitivas.
A etapa do fechamento da venda pode ser conclusiva, terminando com um pedido de compra, ou aberta, quando o cliente não faz a aquisição naquele momento. Nesse caso, o empreendedor não deve forçar a barra para fazer a venda. “O empreendedor pode manter o contato, convidando o cliente para uma visita à empresa, um teste ou uma interação que facilite a tomada de decisão”, afirma Nakagawa.

4. Forme clientes apóstolos

Segundo o professor do Insper, os clientes apóstolos são aqueles que vão à empresa porque querem comprar novamente uma experiência agradável que já tiveram. “São mais que clientes leais. Os apóstolos fazem o boca a boca”, diz.
Para conquistá-los, é necessário superar sua expectativa com atitudes e detalhes no atendimento e trato pessoal. “Por exemplo, presenteando o bebê recém-nascido do comprador com uma lembrancinha bem simples, mas simbólica.”

5. Torne-se um empreendedor-antropólogo

Todos os grandes empreendedores entendem do próprio negócio, mas a diferença está em observar pessoas e interações. Só assim o empreendedor poderá conhecer os pormenores das demandas do público e ter condições de surpreendê-lo positivamente. “É necessário ser um exímio observador de gente e de situações, mas deixando de lado preconceitos que prejudiquem a atenção”, afirma Nakagawa.

Fonte: PEGN

Como escolher a franquia ideal !

O franqueado deve ter afinidade com o negócio e pleno conhecimento dos valores de investimento e da rentabilidade da unidade.

Com 2.426 redes e um faturamento bilionário, o setor de franquias atrai cada vez mais empreendedores. Investir no mercado de franquias é seguro, mas é importante identificar a franquia ideal para o seu perfil, bem como fazer a lição de casa e pesquisar e entender a estrutura operacional do negócio e a necessidade de investimento.

Assim como em outros aspectos de nossa vida, para ter sucesso no franchising é preciso compromisso, responsabilidade e dedicação.

As vantagens das franquias em relação aos negócios independentes incluem apoio técnico, suporte do franqueador, instalação e layout da loja, planejamento de negócios e marca reconhecida, entre outros itens.

A administração do negocio é do franqueado, e é dele a parte mais relevante de contribuição, 
comprometimento e engajamento para que sua unidade franqueada seja um êxito operacional e lucrativo dentro da rede.

Alguns pontos importantes precisam ser observados por todos aqueles que pretendem ingressar no mundo do franchising:

- valor do investimento;
- prazo de retorno;
- rentabilidade;
- afinidade com o segmento;
- empatia com a marca;
- atração pelo modelo de negócio;
- resiliência frente às dificuldades iniciais que possam surgir;
- análise detalhada da circular de oferta de franquia e do contrato de franquia;
- análise dos demonstrativos de resultados e balanços da empresa
- conversas com os franqueados da rede;
- conversas para tirar as dúvidas com o responsável pela rede.

O franchising brasileiro conquista adeptos diariamente. Se for seu desejo ingressar nesse mercado, a sugestão é fazer muita pesquisa e uma análise apurada para pautar sua escolha. Que você tome sua decisão respeitando seu perfil e capacidade de investimento.

 E bons negócios!

Abraço.

Brasil tem a banda larga móvel mais cara da América Latina, aponta estudo.

Preços para Smartphones caíram 60% entre latinos desde 2010, diz GSMA. No Brasil, porém, pacotes de internet ficaram 25% mais caro no período.

O preço da banda larga móvel no Brasil vem crescendo nos últimos anos e se tornou o mais caro da América Latina, em um movimento contrário à tendência de queda nos preços observada na região, apontou uma pesquisa da GSMA (associação internacional das companhias de telecomunicações).

Segundo o estudo "Banda Larga móvel e a base da pirâmide na América Latina", 149 milhões de pessoas com renda apertada poderão ser conectadas por meio da web móvel, devido à queda nos preços de acessos na região.

A pedido da GSMA, a Telecom Advisory Services comparou os preços dos pacotes mais econômicos de internet móvel para modems e celulares em 16 países da América Latina. Ao tabular a evolução dos valores ao longo de 2010 e 2013, os pesquisadores constataram que a região presenciou uma queda na média dos preços cobrados pelos pacotes.

Porém, na contramão da tendência nos países latinos, os preços cobrados no Brasil não só cresceram como fizeram do país o mais caro em duas das três categorias de serviço analisadas.

Custando em torno de US$ 32 (R$ 73,80) mais do que o dobro da média na região, de US$ 15,60 (R$ 36), os planos para modems com franquia de pelo menos 1 Gigabyte (GB) são os mais caros da região. O país também é campeão de preço em pacotes de banda larga para celulares com franquia de pelo menos 1 GB, com preços de US$ 24,70 (R$ 57), enquanto a média na região é de US$ 14,44 (R$ 33,20).

Em ambas as categorias, o país não estava nem perto de ser o mais caro na região em 2010, quando o preço da banda larga para modems no Brasil era apenas o oitavo mais caro e, para smartphones, chegava a ser o quarto mais barato.
Desde então, os preços para modens caíram 25% entre os latinos, enquanto no Brasil dispararam 66%. Já os valores dos pacotes para smartphones despencaram quase 60% na região, enquanto os serviços no Brasil ficaram 28% mais caros.

Competitividade

A única categoria analisada em que os preços do Brasil não são os mais caros é a banda larga para smartphones com franquias de ao menos 250 MB (Megabytes). No país, a média é de US$ 5,90 (R$ 13,60). Nesse segmento, os pacotes no mercado doméstico caíram além do índice registrado entre os latinos. Os preços de 2013 são 30% do cobrado em 2010, enquanto a média na região é de preços em torno de 48% do cobrado há três anos.

Segundo a pesquisa, o acréscimo de competitividade na região foi o fator que derrubou os preços. Citam como exemplo a Costa Rica, onde pacotes de banda larga para smartphones de 1 GB custavam US$ 20,34 (R$ 46,90) em 2010, quando o país possuía apenas uma operadora. Caíram para US$ 13,56 (R$ 31,25) em 2011, com a entrada de duas empresas. E, com a disputa entre elas pelo mercado, despencaram para US$ 7,94 (R$ 18,30), em 2012, e para US$ 5,05 (R$ 11,65), em 2013, o mais baixo da região.

Paradoxalmente, o estudo aponta o Brasil como um país onde a competitividade é alta. Segundo Raul Katz, responsável pelo estudo, a explicação é que os planos de 1 GB aumentam a pressão na rede móvel, que já está estressada pelo explosivo crescimento da conectividade no Brasil. Em junho, a banda larga móvel chegou a 74,1 milhões de acessos, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Já os planos para smartphone de 250 MB são "menos pesados em capacidade". "Então os operadores tentam limitar o crescimento da oferta de grandes capacidades enquanto competem em um produto mais leve. É por isso que o preço desse produto está caindo enquanto nos outros estão crescendo", afirmou Katz ao G1.

"Se as operadoras tivessem acesso a mais espectro, elas poderiam acomodar uma maior demanda para dados móveis em suas redes e ficarem mais confortáveis para competir em produtos com capacidades maiores (o que levaria a preços menores)completa.

Em maio, na Copa das Confederações, as operadoras de telecomunicações enfrentaram o teste de fogo para a banda larga de quarta geração, o 4G, que opera na frequência de 2,5 GHz licitada no ano passado. Durante a competição, 14% das comunicações feitas pela internet móvel já utilizaram a tecnologia.

Além disso, o governo prepara uma nova licitação para acomodar uma nova operação do 4G. Para 2014, as faixas de frequência de 700 Mhz devem ir a leilão.

Fonte: G1


Ministério da Justiça multa Itaucard, Banco do Brasil e Bradesco


Dois deles foram multados por envio de cartão de crédito sem solicitação.
Bradesco foi multado por publicidade irregular relacionada a fundos.

O Banco Itaucard S.A. e o Banco do Brasil S.A. foram multados pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério da Justiça, por enviar cartão de crédito sem prévia solicitação dos consumidores. (O valor das multas foi de R$ 532 mil para cada banco, segundo publicação no Diário Oficial desta sexta-feira 92).

Apesar de o DPDC ter firmado em 1998 um Termo de Ajustamento de Conduta para que as empresas fornecedoras de cartões de crédito se abstivessem de enviar cartões de crédito aos consumidores sem prévia solicitação, o Ministério da Justiça informou ter recebido denúncias de consumidores relatando que estavam recebendo cartões de crédito dos bancos sem qualquer pedido prévio.

A Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor identificou 106 reclamações, entre os anos de 2004 e 2006, para o Banco Itaúcard, além de três denúncias de consumidores, formuladas nos autos do Processo Administrativo e 156 reclamações entre os anos de 2005 e 2010, para o Branco do Brasil.

Já o Bradesco foi multado em R$ 666 mil por publicidade irregular relacionada a fundos de renda fixa, ofertados sem a adequada informação relativa aos riscos envolvidos. "A informação clara e suficiente aos consumidores sobre os serviços, inclusive relacionada a eventuais riscos envolvidos em investimentos financeiros, deve ser assegurada antes da contratação e não apenas por meio da entrega de prospectos ou documentos informativos após a contratação", destacou o ministério, em comunicado.

O Bradesco informou que o "assunto está sub judice" e que o banco não irá comentar.

O Banco do Brasil informa que não emite cartão de crédito sem solicitação prévia e expressa do cliente e ressalta que não fez, e não faz, nenhum movimento nesse sentido.

Em nota, o Banco do Brasil disse que irá esclarecer às autoridades e órgãos de defesa do consumidor que a sua tecnologia de cartões prevê a emissão de cartões bancários que apenas se tornam cartões de crédito mediante a inequívoca solicitação do cliente.


"O BB reafirma o seu compromisso com o respeito e transparência no relacionamento com seus clientes e informa que poderá se manifestar de forma mais precisa após conhecer o teor das preocupações das autoridades, que certamente serão saneadas após os devidos esclarecimentos.”

Fonte G1

Saiba quanto custa ter uma conta nos maiores bancos do País

Em uma época em que guardar dinheiro embaixo do colchão ou em cofres já não é mais seguro, consumidores devem ficar atentos a regras e tarifas para abrir uma conta bancária. Isso porque, segundo o Banco Central, em junho deste ano, foram registradas mais de 2,4 mil reclamações contra instituições financeiras, cerca de 78% a mais do que no mesmo período do ano anterior. Entre elas, débitos e cobranças de serviços não autorizados lideram o ranking.

Permitida pelo Banco Central, a cobrança para a confecção de cadastro para início de relacionamento - ou, simplesmente, abertura de conta - é diferente em cada banco, sem uma padronização. Porém, é obrigatória a modalidade gratuita - que inclui mensalmente quatro saques, duas transferências entre contas do mesmo banco, dois extratos do mês anterior, um extrato anual e 10 folhas de cheque.

Segundo levantamento feito pela Federação Brasileira de Bancos, Itaú e Bradesco - as maiores instituições privadas do País - seguem a obrigação do BC e oferecem o pacote de serviços essenciais, mesmo que cobrando R$ 30 adicionais para o cadastramento de novos clientes. Ambos os bancos cobram valores muito parecidos para gerenciar as contas e mantêm pacotes personalizados para atender a diferentes demandas dos consumidores. Em ambos, os serviços variam de R$ 10 a R$ 30 mensais.

Já o Banco do Brasil, 36º maior do mundo segundo a revista britânica The Banker, tem somente pacotes gratuitos para o cadastramento de novos clientes. Segundo a tabela de tarifas do banco, a economia mensal pode ser de até R$ 90 nos pacotes padronizados por R$ 30, que contam, até mesmo, com serviços de courier - entrega e retirada expressa de documentos feita por motoboys do banco. Além disso, os três bancos consultados oferecem pacotes facilitados, como o Universitário e o Econômico, com tarifas que podem chegar a zero. 

Fonte: Terra

Portanto meus Amigos Fiquem Atentos.

Abraço!

TelexFree em Segredo de Justiça

Processo da Telexfree passa a tramitar em segredo de Justiça

Decisão foi assinada pelo desembargador Samoel Evangelista.

Pedido foi feito pelo Ministério Público e os advogados da empresa.

Os autos do processo envolvendo o caso da empresa Telexfree passarão a tramitar em segredo de justiça. A decisão foi tomada pelo desembargador Samoel Evangelista, na quarta-feira(31).

De acordo com a assessoria do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC), a decisão vale apenas para os recursos que forem relacionados à ação principal movida pelo MP contra a empresa de marketing multinível. 

A decisão atende a um pedido feito tanto pelo Ministério Público do Estado (MP-AC) como pelos advogados da Telexfree que pediram a garantia de confidencialidade das informações alegando que nos autos constam informações bancárias e fiscais, que possuem sigilo garantido pela Justiça.

Com a decisão, apenas as partes envolvidas passarão a ter acesso ao conteúdo da ação na íntegra. As decisões tomadas pelos desembargadores, no entanto continuarão a ser divulgadas.
O próximo julgamento, de um agravo de instrumento da Telexfree, deverá ocorrer no próximo dia 12 de agosto, na Câmara Cível.

Entenda o caso

As atividades da Telexfree, nome fantasia da empresa Ympactus Comercial Ltda, estão suspensas desde o dia 18 de junho por decisão da Justiça do Acre. A empresa é investigada por suspeita de ser um esquema conhecido como pirâmide financeira.

Estima-se que aproximadamente 1 milhão de pessoas em todo o país tenham se associado à Telexfree. No Acre, esse número pode ser maior que 70 mil.

Fonte G1.


Facebook sai de prejuízo e lucra US$ 333 milhões no 2º trimestre

Há um ano, rede social teve prejuízo de US$ 157 milhões.
Receita de US$ 1,8 bilhão cresceu 53% em relação ao 2º trimestre de 2012.

O Facebook registrou lucro líquido de US$ 333 milhões no segundo trimestre deste ano e deixou para trás um prejuízo de US$ 157 milhões registrado no mesmo período de 2012, de acordo com o balanço divulgado pela empresa nesta quarta-feira (24).
A rede social de Mark Zuckerberg alcançou uma receita de US$ 1,8 bilhão nos três meses encerrados em 30 de junho, superando em 53% o resultado de US$ 1,18 bilhão registrado um ano antes.
"Fizemos bom progresso ampliando nossa comunidade, aprofundado nosso envolvimento e entregando resultados financeiros sólidos, especialmente em mobilidade”, disse o cofundador e CEO da empresa, Mark Zuckerberg. "O trabalho que fizemos para fazer do Facebook móvel a melhor experiência está mostrando bons resultados e nos concedendo uma base sólida no futuro."


A receita da empresa com publicidade somou US$ 1,6 bilhão, representando 88% da receita total da empresa e um aumento de 61% em relação ao segundo trimestre do ano passado. Os dispositivos móveis representaram 41% da receita da empresa com publicidade.



Fonte G1